Lucro da Philip Morris cresce 9,6% com avanço de produtos sem fumaça
O lucro operacional ajustado chegou a US$ 5,12 bilhões, aumento de 9,6%. Segundo a companhia, o resultado refletiu o crescimento orgânico da receita e a expansão da margem bruta. A margem operacional ajustada atingiu 44,7%, avanço de 1,6 ponto percentual, com benefícios do mix de produtos sem fumaça, da escala e dos preços dos cigarros.
Os produtos sem fumaça responderam por mais de 40% da receita líquida total no trimestre, segundo a companhia. O portfólio estava presente em 110 mercados.
A PMI atualizou o guidance, a projeção que a empresa divulga ao mercado, do lucro por ação diluído ajustado para US$ 8,29 a US$ 8,44 em 2026. A faixa implicava crescimento de 9,9% a 11,9% sobre 2025, ajustado apenas pelo efeito cambial.
O dividendo regular trimestral subiu 8,8%, para US$ 1,60 por ação. A empresa anunciou o aumento durante o trimestre.
Nos primeiros nove meses de 2026, a receita líquida atingiu US$ 32,78 bilhões, alta de 8,2%. O lucro por ação diluído ajustado foi de US$ 6,52, aumento de 11,8%, enquanto o contábil caiu 7,0%, para US$ 5,48.
Produtos sem fumaça se referem a três tecnologias que eliminam a queima do papel. A marca própria de vapes da companhia, batizada de VEEV, opera por meio do aquecimento de um líquido aromatizado com nicotina e registrou um salto de 61,6% em suas remessas globais no trimestre. Além dos cigarros eletrônicos convencionais, o portfólio da empresa conta com os sachês de nicotina oral da marca ZYN e, principalmente, com o sistema IQOS, um dispositivo que aquece bastões de tabaco real sem queimar as folhas.





