acidentes contrapõem EUA e China em carro autônomo
Na comparação, Cortiz cita que especialistas defendem que o LiDAR pode trazer mais segurança por combinar câmeras com informação de profundidade. Ele dá um exemplo de erro de percepção: por falta dessa camada de profundidade, um carro já interpretou a Lua como um sinal amarelo de semáforo, em uma estrada.
O episódio também desloca o foco para a China. Cortiz afirma que o país já tem “mais de 100 marcas” de carros elétricos e híbridos e que quase todas mantêm projetos de carros autônomos. Entre os nomes, ele destaca a Baidu, que desenvolve uma plataforma para treinar a tecnologia e acoplar em outras marcas para ganhar escala.
A China evoluiu muito rápido. Ela tem mais de 100 marcas de carros elétricos e híbridos, e quase todas as marcas têm seus projetos de carros autônomos. Você tem algumas empresas mais na dianteira, e uma delas é o Baidu. O que os relatórios de inteligência de mercado colocam é que a indústria chinesa está pau a pau com a indústria dos Estados Unidos no segmento de carros autônomos.
Diogo Cortiz
Segundo Cortiz, a disputa tem um componente geopolítico: a China, ao mesmo tempo em que incentiva a indústria local, pode restringir licenças de teste do sistema autônomo da Tesla em seu território, o que afeta o desenvolvimento e o treinamento da tecnologia da empresa de Elon Musk no país.
Helton Simões Gomes leva a conversa ao Brasil e diz que o país ainda está fora do mapa de carros autônomos nas ruas, em parte por regras do Código de Trânsito que exigem mãos no volante. Ele lembra, porém, que há pesquisa local e cita a Universidade Federal do Espírito Santo, onde surgiu o “primeiro carro autônomo brasileiro”, o Yara.
Essa foi uma provocação que a produção trouxe: basicamente não pode ter carro autônomo no Brasil porque o Código Brasileiro de Trânsito proíbe. Mas isso não quer dizer que não tenha desenvolvimento. Eu já visitei o campus da Universidade Federal do Espírito Santo, que é um polo de desenvolvimento de sistemas autônomos no Brasil. De lá saiu o primeiro carro autônomo brasileiro, que é o Yara, e também surgiram várias empresas por lá.
Helton Simões Gomes
!function(f,b,e,v,n,t,s) {if(f.fbq)return;n=f.fbq=function() {n.callMethod? n.callMethod.apply(n,arguments):n.queue.push(arguments)}; if(!f._fbq)f._fbq=n;n.push=n;n.loaded=!0;n.version='2.0'; n.queue=[];t=b.createElement(e);t.async=!0; t.src=v;s=b.getElementsByTagName(e)[0]; s.parentNode.insertBefore(t,s)}(window, document,'script', 'https://connect.facebook.net/en_US/fbevents.js'); fbq('init', '1425099884432564'); fbq('track', 'PageView', { content_name: 'Tesla invade casa: acidentes contrapõem EUA e China em carros autônomos', content_ids: [80093,13703,81965,83153,80092,77838,81070,82701,81430,83158], is_closed: false, });
Source link





