Wawrinka, enfim, teve uma celebração em Nova York
Stan Wawrinka já estava de volta à Suíça quando o americano Patrick Kypson sofreu uma lesão e não pôde disputar o US Open. A organização do torneio, então, ligou para o veterano de 41 anos e lhe ofereceu o convite. Veio com atraso e não da maneira acredito que um slam deveria tratar um campeão do torneio (Stan levantou o troféu em Nova York em 2016), mas veio, e Wawrinka pôde fazer uma última apresentação em Flushing Meadows.
Foi bonito de ver. Stan mostrou um belo nível de tênis por duas parciais inteiras e teve até três set points para ganhar a segunda delas e empatar o jogo. No fim, porém, Berrettini teve mais tênis por mais tempo e avançou por 7/6(4), 7/6(3) e 6/0. E o torneio, que quase deixou Wawrinka sem convite, acabou fazendo sua parte. Ao fim do jogo, exibiu um vídeo no telão e fez uma homenagem, entregando um quadro ao veterano.
O público na Grandstand – terceira maior quadra do torneio – entendeu o momento e ficou até o fim. Celebrou o suíço, aplaudiu de pé e fez barulho quando Stan, com bolinhas autografadas na mão, pediu a interação da galera, direcionando como um belo maestro de onde queria mais gritos.





