Volume de serviços no Brasil recua em maio e frustra expectativas
A atividade de serviços se favorece, por um lado, de medidas de estímulo do governo ao consumo e do mercado de trabalho aquecido, mas, por outro, enfrenta uma política monetária restritiva, com a taxa básica de juros Selic a 14,25%.
No ano até maio, o setor registrou dois resultados mensais positivos, dois negativos e um mês de estabilidade. Em maio, o setor foi impactado pelas quedas de 1% no volume de transportes e de 1,9% em outros serviços, o que eliminou os ganhos de 0,9% e 1,9% observados em abril.
Por outro lado, os serviços profissionais, administrativos e complementares subiram 1,9%, e os prestados às famílias avançaram 0,2%. Já o volume dos serviços de informação e comunicação ficou estagnado na comparação com abril.
O índice de atividades turísticas registrou recuo de 0,4% em maio em relação ao mês anterior, após ter avançado 4,1% em abril. Com isso, o segmento está 2,5% abaixo do ápice da sua série histórica, alcançado em dezembro de 2024, segundo o IBGE.





