Tudo ou nada! Kamaru Usman tenta última cartada por bicampeonato no UFC Oklahoma
Como se não bastasse, outro fator a ser considerado é a adaptação ao novo peso. Até o momento, Usman só competiu uma vez nos pesos-médios – de forma pontual, contra Khamzat Chimaev, em 2023, por ser escalado de última hora. Sendo assim, diante de rivais de maior porte físico e força, o veterano terá que lidar com uma rara desvantagem física, um setor em que normalmente se destacava entre os meio-médios
Dricus du Plessis, inclusive, esbanjou confiança para o confronto justamente por prever que no dia da luta estará mais forte e maior que Usman. Elencado alguns fatores que rodeiam a disputa, não chega a ser uma surpresa o status de franco azarão do nigeriano para o embate. Sendo assim, para eventualmente fazer história com um bicampeonato, Kamaru precisa, primeiramente, ‘quebrar a banca’ no sábado.
Trunfo na manga
Mas caso derrote Dricus na luta principal do UFC Oklahoma, Usman se aproxima consideravelmente do almejado ‘title shot’ na categoria de cima. Além do seu nome e legado na companhia, o veterano teria um trunfo na manga a seu favor: uma vitória contra o atual campeão peso-médio, Sean Strickland. Em 2017, quando ambos ainda competiam com 77 kg, o nigeriano desbancou o falastrão americano via decisão unânime. O histórico pode ajudá-lo a criar uma narrativa mais atrativa para os fãs e, assim, ganhar força na briga como próximo desafiante ao cinturão.
Seleto grupo
Em busca do bicampeonato, Kamaru quer se juntar a uma seleta lista de atletas que conseguiram se sagrar campeões em duas categorias de peso distintas no UFC. Caso obtenha êxito na meta, o nigeriano se tornaria o primeiro lutador africano a atingir tal marca. O Brasil tem dois integrantes no grupo: Alex ‘Poatan’ e Amanda Nunes. Outros nomes lendários do MMA também engrossam a lista: Islam Makhachev, Ilia Topuria, Jon Jones, Henry Cejudo, Conor McGregor, Georges St-Pierre, Daniel Cormier, B.J. Benn e Randy Couture.





