Quem venceu a batalha das marcas na Copa do Mundo?
Mas a Adidas já tinha sido destaque ao longo do campeonato. Para Liana Bazanela, CEO da HOC Sports, a atuação da marca foi um “caso clássico” de como o marketing esportivo tradicional se transformou em marketing cultural.
Ela não se limitou a vender performance; ela vendeu comportamento e estilo de vida. Venceu porque é uma marca que se posiciona, assume pautas importantes e está verdadeiramente inserida na cultura. Ela não agiu como uma turista, que só aparece em ano de Copa: venceu pela presença e consistência de quem já faz parte do dia a dia das pessoas.
Liana Bazanela, CEO da HOC Sports
Além do destaque ao comercial “Backyard Legends”, Liana afirma que a marca foi certeira ao usar a memória afetiva do torcedor para o lançamento de uma edição limitada de camisas históricas —opinião compartilhada por José Sarkis Arakelin, professor em estratégia de marketing.
Foi uma aposta deliberada em nostalgia como escolha estratégica, reforçando a identidade e o carinho já construídos com o público ao longo de sua própria história. Esse é um território que dinheiro não compra da noite para o dia.
José Sarkis Arakelin, professor em estratégia de marketing
Campanhas (e ações) de oportunidade
Além da (já) famosa disputa entre Nike e Adidas, a Copa do Mundo deste ano teve outras iniciativas publicitárias de sucesso, citadas pelos especialistas em marketing esportivo ouvidos pela reportagem.





