Papa afirma que agentes de IA ‘são ferramentas, não pessoas’
O debate sobre os riscos da tecnologia tem se intensificado nos últimos meses, alimentado por incidentes em que os sistemas executaram ações não autorizadas ou por advertências apocalípticas de profissionais do setor.
O pontífice de 71 anos tem defendido repetidamente a necessidade de garantir que a IA seja utilizada de forma ética.
Em sua primeira encíclica, “Magnifica Humanitas”, publicada em maio, o chefe da Igreja Católica fez um apelo a “desarmar” a IA, a fim de “impedir que domine o ser humano”.
Na reunião no Vaticano, Leão XIV afirmou que o futuro da IA “não está predeterminado” e que os seres humanos têm “a responsabilidade de orientar, modificar e, quando necessário, rejeitar suas aplicações”.
Segundo o pontífice, conceder direitos a estes sistemas ou até mesmo uma identidade jurídica pode “ocultar a responsabilidade humana e deixar aqueles que sofrem danos diante de uma entidade sem rosto”.





