O brasileiro é o maior cestinha da história olímpica. Foram 1.093 pontos marcados em cinco participações (1980, 1984, 1988, 1992 e 1996). A quantidade de edições que disputou também é um feito raro entre jogadores de basquete, que ele compartilha com o porto-riquenho Teófilo Cruz e o australiano Andrew Gaze.

Em Seul-1988, Oscar teve uma das maiores atuações da carreira ao marcar 55 pontos contra a Espanha, ainda o maior número anotado em um único jogo em Olimpíadas. A maior média de pontos por partida em uma edição também é dele e na Coreia do Sul: 42,3. Naquele ano, também foi cestinha da competição, feito que repetiu de forma consecutiva em Barcelona-1992 e Atlanta-1996.

Quando o assunto é seleção brasileira, embora lhe faltem conquistas alcançadas por outras gerações, como os dois Mundiais e os bronzes olímpicos do Brasil de Wlamir Marques, o ala-pivô potiguar também tem números incontestáveis. O principal deles é ser o maior cestinha, com 7.693 pontos.

Na Itália, onde defendeu o JuveCaserta e o Pavia, foi cestinha em sete das 11 temporadas que disputou, outro recorde, além de ser o segundo maior pontuador da história da Liga Italiana de Basquete com 13.957, contra 14.397 de Antonello Riva.

VEJA OS PRINCIPAIS NÚMEROS DE OSCAR SCHMIDT:

Segundo maior pontuador da história do basquete: 49.737 pontos





Source link