os 3 planos para o “cenário final” da superinteligência
*Na prática, isso significaria inspeções, auditorias e monitoramento de recursos usados para treinar IA (como capacidade de computação e consumo de energia).
*O plano depende de cooperação entre países – inclusive os que também correm para fazer modelos de ponta, como a China – e, segundo duas fontes ouvidas pelo The Information, seria a opção que Altman pareceu preferir.
Cenário 2: o “plano Demis”
*Inspirado numa ideia antiga de Demis Hassabis, chefe do Google DeepMind, de criar algo como o CERN (o grande centro de pesquisa europeu) para IA.
*Na versão descrita por Altman, os principais laboratórios se fundiriam em uma única entidade – ou trabalhariam sob um mesmo “guarda-chuva” – que forneceria modelos para países que topassem cooperar.
*A lógica é reduzir a corrida “cada um por si” e concentrar o desenvolvimento em um arranjo coletivo, mas isso exigiria um nível de coordenação entre empresas e governos que hoje parece distante.





