o que dizem Pew, Stanford e Deloitte
*Na mediana dos países, 46% preveem “menos empregos”; 9% acham que haverá “mais empregos”; e cerca de um quarto diz “não sei”.
*A preocupação é mais alta em países ricos: Austrália (76%), Coreia do Sul (76%) e EUA (71%) aparecem entre os mais pessimistas.
*No tema desigualdade, a tendência também é de pessimismo: mais gente acha que a IA vai aumentar a distância entre ricos e pobres do que diminuir.
*Mesmo assim, o sentimento não é só negativo: a mediana global mostra 41% dizendo estar “tão preocupado quanto animado” com a IA no dia a dia; 37% estão principalmente preocupados; 13% principalmente animados.
Stanford Digital Economy Lab + ADP (EUA): o impacto aparece primeiro entre jovens
*Uma análise revisada do Stanford Digital Economy Lab, com dados de folha de pagamento da ADP (milhões de trabalhadores nos EUA até junho de 2026), aponta que o emprego de profissionais de 22 a 25 anos em ocupações muito expostas à IA está 19% abaixo do esperado, na comparação com jovens em funções menos expostas.





