Juiz mantém prisão de engenheiro saudita que trabalhava na OpenAI
O magistrado considerou a oferta “problemática”. “Parece um cheque em branco”, afirmou.
Os procuradores haviam solicitado a prisão preventiva de Alfozan alegando que ele mantinha contatos frequentes com um integrante não identificado da família real saudita.
O ex-funcionário compareceu ao tribunal hoje para a audiência sobre sua detenção.
Ele foi demitido da OpenAI e preso em 9 de outubro, podendo ser condenado a até cinco anos de prisão pela acusação de interceptação de comunicações orais.
Em documento apresentado ontem, a Procuradoria americana alegou que Alfozan, que trabalhava na OpenAI desde 2025, mantinha contatos frequentes com um membro não identificado da família real da Arábia Saudita.
Embora ele não seja acusado formalmente de espionagem, o diretor de Inteligência Nacional dos Estados Unidos, Jay Clayton, sugeriu na semana passada que o caso pode ter implicações para a segurança nacional.





