IA que permite conversar com livros gera debate sobre direitos autorais
A Sinai.ai assegura que só trabalha com livros de domínio público ou com obras para as quais conta com autorização do autor, seus herdeiros ou a editora.
Outra empresa, a iChatbook, o faz de forma diferente.
“Nosso livro conversacional não é uma biblioteca de livros; é uma biblioteca de conceitos, ideias e dados”, explica seu fundador, Brian Yang.
Em vez de reproduzir o texto original, esta IA resume e explica suas ideias-chave. E como nunca cita o livro diretamente, evita muitas dores de cabeça relacionadas aos direitos autorais.
No entanto, nem todas as plataformas agem com o mesmo cuidado. Algumas, como a Myreader, permitem que os usuários carreguem qualquer livro, estando ou não protegido por direitos autoriais, e depois conectá-lo a uma interface de IA.
A NotebookLM, popular ferramenta do Google — renomeada há pouco como Gemini Notebook —, tampouco filtra por direitos autorais. O mesmo acontece com a BookWorm AI, ferramenta baseada no ChatGPT, que se apresenta como um “companheiro de leitura”.
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