Drauzio Varella critica Meta por vídeos falsos e golpes
O médico também questionou o uso do argumento da liberdade de expressão para barrar regras contra crimes de saúde pública. Ele afirmou que há tecnologia para retirar esse tipo de conteúdo e citou o YouTube como plataforma mais eficaz após notificações.
Anúncios usam imagens falsas de famosos
Em fevereiro de 2026, a Meta processou pessoas que usavam imagens e vozes modificadas de celebridades e influenciadores em anúncios de golpes no Brasil e na China. Os réus também usavam imagens de Lair Ribeiro, Maiara, Luiz Bacci e Maíra Cardi.
Na época, Varella classificou a ação da empresa como “migalhas”. O médico denuncia há anos conteúdos falsos em plataformas da Meta que usam sua imagem para comercializar medicamentos.
Estudo analisou publicidade sobre saúde
Marie Santini, fundadora e diretora do Netlab, da UFRJ, disse que o laboratório coletou mais de 100 mil anúncios em um mês. Uma amostra de 6 mil peças foi analisada manualmente.
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