Daniel Monteiro, preso no caso Master, assessorou MBL de Renan Santos
Além de assessorar o MBL, Monteiro tinha negócios com Augusto Lima na Bahia, sendo o responsável por estruturar a operação de compra do Credcesta em um privatização na Bahia durante o governo de Rui Costa.
Na mesma época, Monteiro apresentou Lima a Daniel Vorcaro, que já era sócio do banco Máxima, mas ainda não havia obtido aprovação do Banco Central para comprar o Banco. Lima então se associou a Vorcaro, com o banco financiando a operação do Credcesta, e Monteiro passou a trabalhar como asseessor jurídico do Master.
Empresas de Monteiro receberam R$ 109 milhões por serviços de assessoria jurídica prestados ao Banco Master entre 2022 e 2025, segundo documentos da Receita Federal. Na época da prisão, a defesa do advogado refutou “veementemente” as alegações da Polícia de que ele seria o “operador financeiro”, com a função de desviar recursos do banco.
Monteiro era próximo de Renan Santos e de Kim Kataguiri, fundadores do MBL. Na época, havia uma ideia de transformar o movimento em partido político, a partir da fusão com uma sigla existente, diante da dificuldade de criar um novo partido. Eles tentaram se juntar ao PSL, mas o presidente do partido Luciano Bivar preferiu apostar em Jair Bolsonaro. Levou uma década até o MBL conseguir criar o Missão.





