Campanha de Tebet em SP lidera entre as mais ricas ao Senado; veja ranking
Marina, por exemplo, recebeu R$ 1 milhão da Rede, sua sigla, e R$ 1,1 milhão do PSOL, que compõem sua chapa. Já Tebet, Prado e Derrite, por enquanto, têm orçamentos de campanha baseados majoritariamente nas transferências de seus própios partidos.
Nestas eleições, o Fundo Eleitoral vai repassar, sozinho, quase R$ 5 bilhões aos 30 partidos oficialmente registrados no país. A divisão dos recursos tem relação direta com o tamanho das bancadas partidárias na Câmara dos Deputados. Por ter mais representantes, o PL tem direito a R$ 881 milhões, sendo seguido pelo PT (R$ 615 milhões) e o União Brasil (R$ 526 milhões).
O financiamento das campanhas também permite doações privadas de pessoas físicas. De acordo com as regras estabelecidas pela Justiça Eleitoral, eleitores podem doar até 10% de sua renda bruta anual declarada à Receita Federal no ano anterior, no caso, em 2025.
A legislação também permite a utilização de recursos próprios pelos candidatos. Também existe um teto: 10% do valor máximo autorizado para gastos de campanha de acordo com o cargo disputado. Esses limites são determinados a cada eleição pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) e variam de estado para estado. É daí que vem o limite de R$ 7,1 milhões para as campanhas ao Senado em São Paulo.
Nestas eleições, o fato de haver duas cadeiras em disputa leva os partidos a definir estratégias distintas para cada candidato, para tentar garantir ao menos uma vaga. No Distrito Federal, por exemplo, o PL já destinou R$ 3,4 milhões a Michelle Bolsonaro, enquanto repassou R$ 2,1 milhões para Bia Kicis, hoje em quarto lugar nas pesquisas.





