Arnaldo vê derrota moral para o São Paulo
Embora não fosse uma votação sobre a eleição do São Paulo, ela seria para qualquer futuro candidato, seria para o São Paulo Futebol Clube. Ela é uma prévia do quadro político da eleição futura para presidente do clube. E indica que, se a oposição quiser ganhar daqui a alguns meses, vai ter que fazer mais do que apenas se articular com o grupo do presidente do Conselho Deliberativo. Arnaldo Ribeiro
Arnaldo disse que a derrota da proposta sinaliza dificuldade da oposição para derrubar o grupo situacionista que comanda o clube há muitos anos. Para ele, o revés também pesa no humor do torcedor, que via a reforma como um caminho de evolução.
No debate, o colunista afirmou que os itens rejeitados representavam avanços de governança e “modernizavam” o clube. Ele citou como exemplo a ampliação do colégio eleitoral e a inclusão de sócios e sócios-torcedores, ainda que em etapas.
Praticamente todos os itens dessa reforma significavam uma melhora de governança do São Paulo. A maioria indicava avanços importantes. O São Paulo tem o menor colégio eleitoral do futebol brasileiro. Isso não é aceitável. Arnaldo Ribeiro
Arnaldo também avaliou que a oposição precisa rever estratégia e liderança para recolocar o tema em pauta até o fim do ano, sem transformar a proposta em mais um capítulo de polarização interna. “A batalha foi perdida, mas a guerra não está perdida”, resumiu.
A batalha foi perdida, mas há várias lições até o final do ano. Essa reforma pode ser melhor e aprovada ainda esse ano, por incrível que pareça. Arnaldo Ribeiro





