A ocupação bolsonarista no Vasco da Gama
Balanciano foi denunciado por irregularidades na recuperação judicial do Vasco, e teve o nome recentemente no centro de apurações da Controladoria-Geral da União (CGU), sobre o destino de uma emenda parlamentar de R$ 4 milhões enviada por Flávio Bolsonaro ao clube carioca.
Tangerina, vice-presidente de Relacionamento do Vasco com a SAF, foi secretário parlamentar no gabinete do então deputado federal bolsonarista Alexandre Ramagem, ex-diretor-geral da Abin no governo Bolsonaro, que fugiu para os Estados Unidos, condenado no STF a 16 anos de prisão por participar da tentativa de golpe em 8 de janeiro de 2023.
E não para por aí.
Alexandre Cordeiro Macedo, preposto de Flávio Bolsonaro, foi nomeado vice-presidente de Relações Internacionais do clube, no ano passado, depois de ter presidido o Cade, nomeado por Jair Bolsonaro.
E Sérgio Ferreira de Lima Júnior, ex-marqueteiro de Jair Bolsonaro, surgiu como vice-presidente de marketing do Vasco em abril de 2024.
Há, no mínimo, flagrante desproporção entre a porcentagem de bolsonaristas no eleitorado brasileiro e de membros da diretoria de Pedrinho, acusado, pela oposição, de ter furado a fila para receber R$ 1.245.903,97 da dívida trabalhista que o clube tinha com ele.





