Satélite de data center do Google testa IA que responde com haicai
“Blue marble below
Data streams in silent grace
Starlight feeds my core.”
O público só consegue ler o texto porque a empresa e a imprensa revelaram a mensagem. O satélite não é um aplicativo aberto como o ChatGPT ou o Gemini, e sim uma experiência de laboratório para provar que uma IA consegue “pensar” fora da Terra.
Por que colocar um chip de IA no espaço
A espaçonave carrega uma TPU, processador criado sob medida para tarefas de IA. Em vez de usar servidores gigantescos instalados no solo que consomem rios de energia e água para refrigeração, o Google quer entender se satélites alimentados por luz solar direta podem dividir esse trabalho pesado.
A bateria limitada restringe a máquina a funcionar por apenas 20 minutos. O protótipo gera cerca de 1 quilowatt (kW) de eletricidade — o equivalente a ligar um secador de cabelo potente —, o que exige que o chip seja desligado periodicamente para recarregar e esfriar.
O risco da radiação e os planos para 2027
A principal barreira em órbita são as partículas invisíveis do espaço. Raios cósmicos e radiação solar podem alterar valores na memória do computador (fenômeno conhecido como bit flip) e estragar dados sem que os técnicos percebam de imediato.





