Com direção e atuação de Flávio Bolsonaro: Mentir, Omitir, Fugir
Ele é suspeito de vazar informações sigilosas e combinar o conteúdo de pareceres com o advogado (coluna de Natália Portinari).
“Comer, Rezar, Amar” é um filme doce e leve com um teor espiritual muito interessante, enquanto “Mentir, Omitir, Fugir” é sinistro e obscuro, com péssimos atores porque na primeira cena você sabe quais são os vilões da trama, além de ficar claro quem é o roteirista que escreveu esse plano macabro.
É isso que estamos presenciando: uma trama explícita de favorecimento para um candidato de todos os lados porque honestamente só no voto com campanha Flávio Bolsonaro (extrema-direita) não seria um problema para um estadista como Lula, que acabou de ser considerado pelo The New York Times o estadista latino-americano mais importante do século.
Sem um favorecimento e ajuda até de uma boa parte da imprensa, Lula já teria vencido no primeiro turno.
Flávio Bolsonaro (extrema-direita) está envolvido em tudo até o pescoço, principalmente com seu “irmão” “Dom Vorcaro”.
A expectativa é quanto aos debates que, teoricamente, acontecerão na Band e depois na TV Globo.





