prejuízo cai para R$ 44,8 milhões no trimestre
Ebitda (indicador que mede a geração de caixa) ajustado somou R$ 184,7 milhões, alta de 6,9% em um ano. A companhia atribuiu o avanço ao crescimento da receita combinado com uma margem bruta mais eficiente.
Margem bruta alcançou 69,3%, avanço de 4,2 pontos percentuais em um ano. Segundo a empresa, a gestão de receita ajudou a mitigar a pressão inflacionária, enquanto a maior receita de serviços da Subway diluiu o custo de mercadoria vendida.
Capex (indicador de investimento da empresa) atingiu R$ 143,4 milhões, alta de 61,9% em um ano. A companhia destinou a maior parte dos recursos à antecipação de reinvestimentos em lojas, seguida por aberturas de unidades, reformas e reimagens de Burger King e Starbucks.
Vendas digitais dos restaurantes totalizaram R$ 867,0 milhões, crescimento de 26,8% em um ano. Esses canais representaram 65,5% da receita dos restaurantes, excluída a receita de serviços, ante 54,8% no segundo trimestre de 2025.
Dívida líquida sem IFRS 16 ficou em R$ 1,18 bilhão ao fim de junho. A alavancagem, relação entre a dívida e a geração de caixa, permaneceu em 2,5 vezes.
Despesas gerais e administrativas somaram R$ 120,7 milhões, ante R$ 103,1 milhões no segundo trimestre de 2025. A empresa atribuiu o aumento a investimentos na estrutura corporativa, ao encerramento de operações e à baixa não recorrente de ativos imobilizados.





