China e Brasil estão entre fundadores de nova organização global de IA
Cultivo ativo de um ecossistema de inovação aberto
A inovação é o motor central do avanço da IA. A China combina a atuação de um mercado eficiente com a gestão de um governo proativo para fortalecer a inovação científica e tecnológica, impulsionando ativamente o plano “IA+”. Como resultado, o valor do setor central da economia inteligente no país já ultrapassou a marca de 1 trilhão de yuans.
Apostando em uma inovação aberta e colaborativa, a China incentiva o código aberto, o compartilhamento e a cooperação, consolidando-se como uma grande colaboradora de softwares e modelos abertos. O volume acumulado de downloads dos grandes modelos abertos chineses ocupa o primeiro lugar no ranking mundial. Modelos de código aberto representativos, como DeepSeek e Qwen (Tongyi Qianwen), reduziram drasticamente as barreiras de entrada e os custos de uso da IA, permitindo que diversos países, em especial os em desenvolvimento, se beneficiem da onda de transformação digital. A China utiliza o ecossistema open-source como um elo para discutir inovação, acelerar a aplicação prática de resultados e construir um ecossistema inclusivo, fazendo com que os dividendos tecnológicos alcancem mais nações e povos.
Prioridade equilibrada entre desenvolvimento e segurança
Nos últimos anos, determinados países ergueram “pequenos quintais com muros altos” em áreas críticas da IA — como algoritmos centrais, capacidade computacional de alto desempenho e dados estratégicos. Essas ações buscam consolidar assimetrias tecnológicas e disparidades de desenvolvimento por meio de regras injustas, privando os países em desenvolvimento do direito de progredir e alcançar avanços científicos.
A China defende a busca simultânea pelo desenvolvimento e pela segurança. Ao mesmo tempo em que acelera os avanços em IA, o país aprimora continuamente suas leis, regulamentos, políticas, diretrizes de aplicação e padrões éticos, garantindo que a IA seja segura, confiável e controlável. Como destacou o presidente Xi Jinping, a IA deve ser uma ferramenta confiável para a humanidade: é preciso atenção rigorosa aos riscos, prevenção contra abusos e garantia de que a tecnologia permaneça sob controle humano. Paralelamente, deve-se combater a generalização do conceito de segurança nacional e a tentativa de sobrepor a segurança de um único país à dos demais.
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