EUA entram com processo alegando que Google não deu novo cargo a funcionário após licença militar
NOVA YORK, 29 Out (Reuters) – Os Estados Unidos entraram com uma ação judicial nesta quinta-feira acusando o Google de não reintegrar um funcionário ao seu antigo cargo ou alocá-lo em um cargo similar após um ano de licença militar como reservista do Exército do país.
Este caso é um exemplo raro do governo dos EUA processando um empregador privado por violar a Lei de Direitos de Emprego e Reemprego dos Serviços Uniformizados de 1994 (USERRA), que protege o emprego civil de militares convocados para o serviço ativo.
De acordo com uma denúncia apresentada no tribunal federal de Manhattan, Mark Davisson trabalhou por dois anos e meio como executivo de contas-chave do Google, onde administrava contas de serviços em nuvem para a gestora de ativos BlackRock e o fundo de hedge Bridgewater Associates, além de administrar os negócios nos EUA do antigo Credit Suisse.





