Trump cria órgão nos EUA
Jay Clayton, diretor de Inteligência Nacional, vai liderar o grupo. Também integrarão a SIF Andrew Ferguson, presidente da Comissão Federal de Comércio, Emil Michael, diretor de tecnologia do Pentágono, e Scott Kupor, diretor do Escritório de Gestão de Pessoal.
Órgão vai priorizar os interesses dos cidadãos americanos, disse Clayton. O objetivo do grupo é garantir que “continuemos a ser os líderes em super inteligência e que os interesses do povo americano sejam colocados em primeiro lugar”, afirmou em entrevista ao jornal Wall Street Journal. “Não ser o primeiro aumenta os riscos identificados e não identificados, particularmente por parte de nossos adversários. Ser o primeiro nos capacitará melhor a lidar com esses riscos em nome do povo americano”, acrescentou.
Acordo com big techs
O anúncio ocorre poucos dias após Trump assinar um acordo com executivos de grandes empresas de tecnologia para tratar do desenvolvimento da inteligência artificial. O acordo foi assinado no dia 29 de setembro, após reunião na Casa Branca que teve a participação de Dario Amodei, da Anthropic; Mark Zuckerberg, da Meta; Sundar Pichai, do Google; Jensen Huang, da Nvidia; Alex Karp, da Palantir; e Greg Brockman, da OpenAI.
O texto prevê que as empresas adotem quatro camadas de controle para monitorar a segurança de seus sistemas de inteligência artificial. Uma delas é a contratação de auditores ou avaliadores externos independentes para verificar se os mecanismos de controle e monitoramento funcionam conforme o planejado.
O acordo também recomenda que as companhias criem comitês independentes vinculados aos conselhos de administração para supervisionar esses processos e receber relatórios das equipes internas e dos auditores externos. Outra medida prevista é a implementação de controles internos para acompanhar as capacidades e o alinhamento dos modelos de IA durante o treinamento e a utilização, especialmente em áreas relacionadas à segurança cibernética, à biossegurança e a ameaças químicas.





