CBV nega pressão em ‘caso Tifanny’; técnico do Osasco diz que ‘faltou zelo’
A CBV tem sido sempre coerente e se mantendo aliada ao COI. Durante muitos anos, o COI disse que, em determinado estudo, se as pessoas atingissem uma determinada taxa hormonal, poderiam jogar. E nós permitimos. A partir do momento que o COI diz que, no novo estudo, existe uma vantagem, a gente não pode mais permitir e acompanhamos o COI. Não existe pressão. A CBV, até pelo seu estatuto, está alinhada às normas do COI. Se o COI determina uma norma, nós cumprimos.
Radamés Lattari, presidente da CBV
Por outro lado, o treinador do Osasco reclamou do modo como a medida foi feita. Luizomar de Moura, que recebeu a notícia das novsa orientações pela internet, lamentou a falta de consulta por parte da CBV e disse que seguirá na luta para que Tifanny possa representar o time na Superliga, torneio que começa no próximo dia 17.
A gente recebeu essa notícia pela internet e fomos pegos de surpresa. Temos um bom relacionamento com a CBV. Fui técnico da seleção brasileira durante 15 anos e tenho muito carinho pela instituição. Faltou um pouco de zelo, e o momento foi muito ruim. A temporada estava em andamento, a Tifanny está sob contrato. Não tem o que fazer. Temos que lutar para que ela esteja em quadra e defenda nossa equipe nesta temporada.
Luizomar de Moura, técnico do Osasco
E a Tifanny?
Antes do evento em São Paulo, a atleta afirmou não sentir raiva, mas lamentou a falta de empatia diante da situação. Ela revelou ainda que ainda briga pelo direito de conseguir participar da temporada.
Tifanny, por outro lado, foi bem recebida pelo público. Antes e depois do evento, fãs foram até a jogadora, que distribuiu autógrafos e tirou fotos com eles.





