Como ficou o ranking dos investimentos após fechamento de setembro
Ibovespa vem de variações positivas em quatro meses no ano, mas perdas em cinco. Os ganhos ocorreram também em janeiro (+12,6%), fevereiro (+4,1%) e julho (+3,5%); as quedas foram registradas em março (-0,7%), abril (-0,1%), maio (-7,2%), junho (-1%) e agosto (-0,33%).
O Ibovespa se destaca pela presença entre os líderes em todos os horizontes de comparação. Para o investidor, a principal leitura está na diferença entre recuperação recente e desempenho acumulado: liderar os ganhos de um período não significa ter recuperado perdas anteriores, assim como a valorização de um índice não representa o comportamento de todo o mercado – Einar Rivero, sócio-fundador da Elos Ayta
Dólar
Dólar fechou setembro sem variação expressiva, de -0,01% em setembro, após oscilar entre R$ 5,08 e R$ 5,22 no período. A flutuação foi influenciada pelo aumento dos juros nos Estados Unidos e alta do preço do petróleo, no exterior, e corte da taxa básica Selic e apostas na corrida presidencial, no Brasil.
Moeda americana subiu ante o real em quatro meses, mas teve outros cinco meses de registro de queda. Considerando a Ptax, usada para liquidação de contratos, a moeda dos Estados Unidos caiu ante a moeda brasileira em janeiro (-5%), fevereiro (-1,5%), abril (-4,4%) e julho (-1,9%); subindo em março (+1,4%), maio (+1,4%), junho (+2,4%) e agosto (+2,05%)
Divisa teve variação negativa em outros dois períodos analisados. No acumulado do ano até setembro, o dólar registra queda de 5,84%. Já no acumulado em 12 meses a baixa foi de 2,59%. E no trimestre marca uma leve variação negativa, de 0,08%





