Bolsas mundiais rondam a estabilidade nos últimos negócios do 3º trimestre
Mercado financeiro aguarda a divulgação do PIB dos Estados Unidos. As expectativas apontam que os dados vão indicar para o crescimento de 1,5% da economia norte-americana no terceiro trimestre. Se confirmado, o avanço vai representar uma desaceleração em relação à alta de 2,1% registrada entre abril e junho.
Movimento é seguido pela baixa variação da cotação do petróleo. Às 7h20, o barril do Brent, referência internacional para o combustível, subia 1,37%, para US$ 97,48, A oscilação mantém a cotação abaixo de US$ 100 pelo quarto dia consecutivo, apesar das incertezas em relação aos desdobramentos da guerra no Oriente Médio.
Na Europa, mercados abrem o dia com viés indefinido. Os principais índices do continente tinham rumos distintos nas primeiras negociações do dia. Por volta das 7h31, o DAX de Frankfurt, o CAC 40 de Paris e o FTSE MIB de Milão recuavam 0,07%, 0,49% e 0,25%, respectivamente. Por outro lado, o FTSE de Londres (+0,19%) e o IBEX 35 de Madri (+0,12%) registravam alta.
Ásia
Principais Bolsas chinesas terminaram o dia perto das mínimas de um ano. Apesar de uma leve alta de 0,3% no fechamento, o índice de Xangai acumulou uma perda trimestral de 6,1%, a maior em quatro anos. O índice CSI300, que reúne as maiores empresas de Xangai e Shenzhen, subiu 0,3%, mas despencou 12,5% no trimestre, pior desempenho trimestral desde 2022.
Novo pacote de ajuda de Pequim não agradou ao mercado. Na véspera, o governo chinês divulgou medidas de apoio ao crédito e às hipotecas, mas investidores avaliaram que as ações são insuficientes para recuperar a confiança no país. Os dados recentes da economia local mostram força da indústria e das exportações, mas a demanda interna permanece fraca.





