Vereador contrário à escala 6×1 é acusado de assédio moral, diz jornal
Assessores afirmam que produziam conteúdo para perfis ligados à promoção pessoal do vereador, de acordo com O Dia. Além disso, a reportagem afirma que coordenadores do Movimento VAT (Vida Além do Trabalho) teriam sido nomeados para cargos no gabinete, mas trabalhariam apenas para promover Azevedo durante o horário de expediente na Câmara Municipal.
Servidores do gabinete sofreriam pressão para curtir e comentar publicações de vereador e do VAT nas redes sociais, segundo reportagem. De acordo com O Dia, os funcionários também afirmaram sofrer pressão para participar de rateios de água, café e alimentos em eventos organizados pelo gabinete.
Reportagem cita ainda um suposto caso de transfobia. O episódio envolveria Benny Briolly, que é vereadora em Niterói (RJ) e hoje disputa uma vaga de deputada federal pelo PT do Rio. Benny já integrou a equipe de Azevedo e, em áudio anexado à denúncia e atribuído a ela, afirma que o fato de ser uma mulher trans não foi levado em consideração no período em que integrou o time.
Além de Azevedo, Benny e MPT também foram procurados pela reportagem do UOL e até o momento não se manifestaram. O espaço segue aberto.





