PVC vê conflito de interesse com Palmeiras
Pedro Lopes explicou que a Almirante foi criada em 2024 com Leila e José Roberto Lamacchia como sócios, e que ela deixou a empresa cerca de um mês depois. O marido e sócia de Leila em outras empresas do grupo, como Crefisa e Crefipar, é conselheiro do Palmeiras.
O colunista apontou que um documento anexado pelo Vasco no processo de recuperação judicial afirma que as negociações com a empresa já duram “há mais de dois anos”, o que, segundo ele, chama atenção por envolver o período em que o controle estava com o marido da presidente do Palmeiras.
A empresa foi criada em 2024 já com o objeto participação em SAF no futebol. Ela foi criada tendo como donos a Leila Pereira e o marido dela. E essa situação perdurou por um mês e depois ficou só com o marido dela por um tempo mais longo. O Marcos só entrou em agosto do ano passado. Tudo indica que houve negociações entre Almirante e Vasco antes que o Marcos tivesse de fato o controle societário da empresa.
Pedro Lopes
PVC afirmou que a discussão sobre conflito de interesse não se resume ao humor dos clubes e torcidas e precisa ser resolvida com regulamentação. Ele citou a possibilidade de um “blind trust” (mecanismo de blindagem) para que Marcos Lamacchia não possa comandar a SAF do Vasco enquanto Leila for presidente do Palmeiras.
Então, a Leila não pode ser presidente do Palmeiras e ser sócia do Vasco. (…) Em primeiro lugar, a integridade esportiva das competições. Então, a Leila não pode ser presidente do Palmeiras e ser sócia do Vasco.
Paulo Vinícius Coelho
Veja horários das lives do UOL Esporte





