Estevão deixa lesão para trás após perder Copa com seleção
O atacante decidiu por viajar ao Brasil para realizar o tratamento no Palmeiras, seu ex-clube, numa tentativa de se recuperar a tempo de estar na Copa do Mundo, algo que não conseguiu. No total, ficou mais de 100 dias longe dos gramados.
Acho que o primeiro mês foi bem difícil. Claro que o objetivo de todos os atletas que jogam futebol é ir para Copa, é um sonho, mas acho que depois que o primeiro mês passou e que a ficha caiu, a coisa mais importante para mim foi torcer pela seleção. Então a cada jogo, a cada vez que o Brasil fazia gol, eu comemorava muito, porque sei as pessoas que estavam envolvidas, sei o quanto é importante para cada atleta que estava lá. Então, para mim, o mais importante era torcer, passar energia positiva a eles. A única coisa que foquei foi torcer para o melhor da seleção brasileira
Estêvão, em coletiva da seleção em Brisbane
O que mais Estêvão falou?

O que tem feito para se prevenir: “Acho que é meio difícil falar, mas tenho me cuidado bastante todos os dias. Estou me prevenindo bastante esse ano, fazendo muita fisioterapia, cuidando bastante do meu corpo, alimentação, sono… Coisas que uma atleta precisa para render ao máximo no campo. É isso que estou fazendo. Foi isso que sempre fiz, mas dando mais atenção também nos dias de hoje”.
Sem ansiedade no retorno para seleção: “Acho que não é ansiedade, acho que é um privilégio. Acho que cada um dos jogadores que é escolhido aqui é privilegiado, porque a gente trabalha bastante no clube todos os dias e estar aqui é um privilégio. Estar sendo escolhido pelo Ancelotti é um privilégio para mim. Encaro isso como uma motivação de entregar o meu melhor todos os dias nos treinos, nos jogos”.





