NY fecha sites de pornografia ‘deepfake’ que usavam atores e políticos
As páginas hospedavam imagens hiper-realistas, montagens e vídeos de cerca de 1.200 vítimas, segundo os promotores.
São “fotos e vídeos que utilizam inteligência artificial para fazer parecer que pessoas reais participam de atos sexualmente explícitos”, explicou Bragg.
“No estado de Nova York, é ilegal compartilhar fotos ou vídeos reais de pessoas em atos sexuais sem seu consentimento. Da mesma forma, é ilegal compartilhar esse conteúdo se ele tiver sido criado ou alterado com ferramentas de inteligência artificial”, acrescentou.
Segundo Bragg, a investigação começou depois que uma das vítimas denunciou um dos sites. Ele não informou se houve prisões na operação.
“Nossas investigações sobre sites de pornografia ‘deepfake’ e criadores de conteúdo estão apenas começando”, afirmou.
Em maio, os Estados Unidos começaram a aplicar uma lei que exige que plataformas de tecnologia removam “deepfakes” sexuais e outras imagens íntimas compartilhadas sem consentimento.





