Abel diz que estava ‘alterado’ em fala polêmica e exalta Vitor Roque
O treinador também destacou que, quando sair do Palmeiras, o clube continuará tendo sucesso: “Quando eu cheguei ao Palmeiras, econtrei um relógio preparado, e eu trouxe a pilha. O que é mais importante: o relógio ou a pilha? Os dois. Portanto, respeito muito a história do Palmeiras. O Palmeiras, venceu, está a vencer e continuará vencendo no dia que eu deixar o clube. Para mim, é um orgulho muito grande poder fazer parte da história do Palmeiras. Foi isso que eu quis dizer. Um dia deixarei o clube, mas serei eternamente grato a tudo que o clube me proporciona”, disse.
Sobre o jogo contra a LDU, Abel acredita que o Verdão poderia ter feito mais gols para ter uma vantagem maior no jogo de volta, que acontece na próxima quarta-feira (16), no Equador. Em caso de empate no placar agregado, a decisão será nos pênaltis.
Eu falo das que eu contei, mas se for juntar todas as 11 oportunidades que tivemos, o repertório da nossa equipe foi muito bom, pela forma que criamos. Podíamos ter feito mais um ou dois gols em função do volume que criamos. Hoje tivemos um jogo coletivo formidável pelas oportunidades que nós criamos, mas não conseguimos fazer mais do que um gol.
Abel Ferreira
O comandante também elogiou a atuação de Vitor Roque. Após a partida contra o Mirassol, Abel criticou o camisa 9 publicamente e cobrou que o atacante recuperasse a forma física — depois disso, o deixou no banco de reservas nos dois jogos seguintes.
Nossa dinâmica hoje funcionou mais pela direita do que pela esquerda. Mas não podemos nos esquecer que hoje vimos um Vitor Roque muito melhor, mais parecido com o que são as características dele. Infelizmente, há coisas que não tem como comprar. Por mais que o núcleo de performance seja bom, há coisas que têm a ver com a fisiologia. A performance dos jogadores quando voltam de cirurgia não tem como voltar de um dia para o outro e pegar o ritmo em um ou dois jogos.





