Apple deve apresentar nesta 4ª-feira 1º iPhone com tela dobrável
O discurso de abertura do executivo também será o primeiro comentário mais extenso de Ternus, que anteriormente atuou como chefe de hardware da Apple, mas manteve um perfil discreto em público, exceto por algumas apresentações de produtos e iniciativas de sustentabilidade. Caberá a Ternus convencer os usuários da marca de que eles precisam de um aparelho dobrável que pode custar mais de US$2.000, um novo recorde para a companhia.
Embora Samsung Electronics e Huawei Technologies vendam smartphones dobráveis desde 2019, os aparelhos continuam sendo um nicho entre os entusiastas de tecnologia. Mas, mesmo com um preço elevado, empresas de pesquisa de mercado como a IDC esperam que a Apple venda todos os iPhones dobráveis que tiver e garanta uma participação de 40% nesse lucrativo nicho até o final do próximo ano.
Analistas também esperam que a Apple se beneficie de sua entrada tardia na categoria de celulares dobráveis ao superar desafios importantes de engenharia, como a criação de uma dobradiça elegante, porém resistente, capaz de suportar aberturas repetidas e minimizar a visibilidade do vinco no ponto onde a tela se dobra.
Um dos principais desafios que ainda restam pode ser o grau de resistência dos aparelhos à poeira e à água, uma área em que o mais recente Pixel 10 Pro Fold, do Google, superou os produtos da Samsung com uma classificação IP68, o que significa que o aparelho é à prova de poeira e pode ser submerso em um metro de água.
O mercado também espera que o evento desta quarta-feira marque uma grande mudança no calendário anual de lançamentos da Apple.
Embora analistas esperem que a Apple apresente novos relógios, eles prevêem que a empresa adie as atualizações dos modelos de iPhone mais acessíveis até o primeiro semestre de 2027 e, em vez disso, se concentre apenas no novo dispositivo dobrável e nos iPhone Pro e Pro Max.





