Scout do Flamengo entra em ação com nomes menos badalados após gastança
Mas nas janelas recentes, a procura por jogadores “de scout” tinha ficado em segundo plano por causa de experiências anteriores já na administração atual.
O primeiro nome fora do óbvio a ser contratado foi o atacante Juninho. Ele não vingou no Flamengo e, depois de uma temporada, foi vendido ao Pumas, do México. Chegou por R$ 40 milhões, saiu por R$ 43,7 milhões.
Outra operação que repercutiu mal foi a movimentação pelo Mikey Johnston, ano passado, enquanto o Fla ainda não tinha feito outras contratações na janela do meio do ano. O diretor de futebol José Boto se viu pressionado e teve que lidar com um veto de Bap.
Aí, Boto abraçou de vez a estratégia dos jogadores badalados, caros e com repercussão. Emendou as contratações de Danilo, Carrascal, Samuel Lino, Emerson Royal e Paquetá.
Em pouco mais de um ano e meio, a gestão Bap atingiu um gasto de R$ 1,13 bilhão em transferências — sem contar os movimentos da janela atual.
Mas essa busca de jogadores com cara de scout também tem um certo sarrafo. O Flamengo não vai atrás de dois desconhecidos completos.





