Meta vence processo que alegava monopólio do Instagram em shopping
DeMarchi afirmou que as alegações antitruste da Ollywan foram apresentadas tarde demais e não conseguiram demonstrar de forma plausível danos à concorrência.
A Meta negou qualquer irregularidade. “A Ollywan busca usar indevidamente as leis antitruste para culpar a Meta pelo fracasso de seu aplicativo e pelo sucesso da Meta onde a Ollywan fracassou”, afirmou a Meta ao tribunal.
A ação também contestava os esforços da Meta para impedir a Ollywan de usar o nome “Winstag”. DeMarchi afirmou que “as leis antitruste não proíbem a Meta de fazer valer seus direitos de marca registrada”.
A Meta argumentou que as alegações da ação ocorreram fora do prazo de quatro anos previsto pela legislação federal para ações antitruste. DeMarchi afirmou que a Ollywan não explicou “como a apresentação desta ação dois anos após o encerramento das operações poderia ser considerada uma ação apresentada em tempo hábil”.
A juíza afirmou que permitirá que a Ollywan apresente uma petição inicial alterada, com restrições.
A Meta enfrenta outras ações antitruste, incluindo uma movida por uma empresa de um aplicativo de compartilhamento de fotos extinto que alega que a Meta a levou à falência. No ano passado, a Meta venceu uma ação movida pela Comissão Federal de Comércio (FTC) dos EUA que buscava forçá-la a reestruturar ou vender o Instagram e o WhatsApp. A empresa negou as alegações em ambos os casos.





