Lucro da Mitsubishi Corporation sobe para US$ 1,9 bilhão no 2º trimestre
Receita líquida somou US$ 32,54 bilhões (5,18 trilhões de ienes) no trimestre, alta de 22,8% em relação ao mesmo período de 2025. A companhia atribui o avanço a preços de mercado mais altos, enquanto as despesas gerais e administrativas subiram 19,4%, para US$ 2,18 bilhões (346,84 bilhões de ienes) — aumento que reflete, segundo o balanço, efeitos de conversão cambial ligados ao iene fraco e maior provisão para devedores duvidosos.
Preços de mercado mais altos também impulsionaram o lucro bruto, que avançou 34,9% em um ano, para US$ 3,12 bilhões (497,16 bilhões de ienes), segundo a companhia. Recursos Minerais liderou o avanço dos resultados por segmento: o lucro atribuído aos controladores do negócio saltou 246,4% na comparação anual, para US$ 543,91 milhões (86,58 bilhões de ienes), enquanto a receita do segmento subiu 76%, para US$ 8,80 bilhões (1,40 trilhão de ienes). No segmento de Alimentos, o lucro cresceu 72,5%, para US$ 227,48 milhões (36,21 bilhões de ienes), com ganho na venda do negócio internacional de matérias-primas alimentícias, segundo a companhia.
Investimentos em imóveis, fábricas e equipamentos somaram US$ 584,75 milhões (93,08 bilhões de ienes) no trimestre. O resultado corresponde a um avanço de 18,5% em um ano, segundo o balanço.
Dívida líquida com juros, que exclui arrendamentos, fechou o trimestre em US$ 24,75 bilhões (3,94 trilhões de ienes). A alta de 1,3% frente ao fim do trimestre anterior, quando estava em US$ 24,44 bilhões (3,89 trilhões de ienes).
Chiyoda Corporation deixou o perímetro de consolidação da Mitsubishi Corporation no trimestre, passando a ser tratada como investimento por equivalência patrimonial. A mudança gerou ganho de reavaliação contábil, segundo o balanço.
Previsão para o exercício encerrado em 31 de março de 2027 permanece em US$ 6,91 bilhões (1,10 trilhão de ienes) de lucro líquido atribuível aos controladores, alta de 37,4% sobre o ano anterior. Não houve mudança em relação à projeção divulgada em 1º de maio de 2026, segundo a companhia. Dividendo anual previsto sobe para US$ 0,79 (125,00 ienes) por ação, ante US$ 0,69 (110,00 ienes) pagos no exercício encerrado em março de 2026.





