Dólar abre influenciado por reação dos investidores a balanços de Big Tech
Ontem, indicadores da economia americana mantiveram dólar comportado ante o real. O Produto Interno Bruto do país cresceu a uma taxa anualizada de 1,5% no segundo trimestre de 2026, abaixo de projeções de analistas que previam alta de 2,1%. Já o índice de preços de gastos com consumo (PCE, na sigla em inglês) caiu 0,1% em junho ante maio, também segundo o Departamento do Comércio. Na comparação anual, o PCE avançou 3,7% em junho, ante 4,1% de taxa acumulada ante maio.
A divulgação de dados fracos da economia dos Estados Unidos — com o Produto Interno Bruto crescendo apenas 1,5% no segundo trimestre, abaixo das projeções de 2,1%, e um índice de inflação PCE mais moderado — reduziu a pressão sobre o Federal Reserve para novos aumentos de juros. Rebecca Nossig, estrategista de ações da Nomad
Bolsas repercutem balanços no mundo. Os principais índices de ações das Bolsas sobem nesta sexta-feira, acompanhando tendência firme de Wall Street ontem, com investidores de olho nos balanços das empresas de tecnologia após a alta em Wall Street.
Em Nova York, investidores reagem de forma diferente a balanços de Apple e Amazon. Os destaques nesta sexta-feira são os resultados da Apple e da Amazon, que soltaram os números ontem após o fechamento de Bolsas.
Petróleo reage após recuo na quinta-feira. Por volta das 10h, o contrato futuro com entrega para outubro do tipo Brent, referência internacional, subia 1,8%, a US$ 88,48. Ontem, ativo recuou 1,89%, a US$ 89,03.
Ibovespa subiu ontem seguindo mercados internacionais. O principal índice de ações da Bolsa do Brasil B3 subiu 1,88%, atingindo 177.158 pontos.





