cervejaria lucra R$ 3,5 bilhões no segundo trimestre
O volume total vendido cresceu 1,4% no trimestre, informou a Ambev. A companhia atribui o resultado ao desempenho da América Central e Caribe (+5,4%) e de cerveja no Brasil (+5%), que compensaram quedas no Brasil em bebidas não alcoólicas (-4,4%), América Latina Sul (-2,9%) e Canadá (-1,8%).
O Ebitda ajustado (indicador que mede a geração de caixa) somou R$ 6,38 bilhões, alta de 3,6% nos valores reportados. Em base orgânica, o avanço foi de 8,9%, com a margem Ebitda ajustada subindo de 30,6% para 31,6%. A empresa atribui a expansão à gestão disciplinada de receitas e custos em todas as suas unidades de negócio em meio às ativações relacionadas à Copa do Mundo.
Continuamos investindo em nossas marcas e em nossas capacidades de construção de marcas. Neste trimestre, a Copa do Mundo da Fifa destacou essas capacidades, com ativações do nosso portfólio de marcas em diversos países, canais e ocasiões de consumo. Esses investimentos contribuíram para fortalecer ainda mais a conexão das nossas marcas com os consumidores durante o torneio.
Balanço da Ambev
Segmento premium e demanda gerada na Copa inibiram o efeito das “condições climáticas adversas”. A Ambev cita que a demanda incremental gerada em função do Mundial foi comprovada pelo desempenho da plataforma Zé Delivery, que mais do que dobrou o número o número de pedidos durante os jogos da seleção brasileira.
Os investimentos (capex, o gasto em máquinas, obras e tecnologia) somaram R$ 879,9 milhões no trimestre. O valor é 19,1% menor que os R$ 1,09 bilhão do mesmo período de 2025, segundo o fluxo de caixa consolidado da companhia.
A posição de caixa líquido — quando o caixa disponível supera a dívida — era de R$ 15,40 bilhões em 30 de junho de 2026. O valor é menor que os R$ 16,93 bilhões registrados em 31 de dezembro de 2025, de acordo com o balanço patrimonial da companhia.





